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'Todos são suspeitos, inclusive eu', diz pai antes de prestar depoimento em caso de suspeita de envenenamento de menino de 11 anos

Polícia começa a ouvir depoimentos sobre suspeita de envenenamento de menino de 11 anos A Polícia Civil começou a ouvir, nesta terça-feira (9), testemunhas...

'Todos são suspeitos, inclusive eu', diz pai antes de prestar depoimento em caso de suspeita de envenenamento de menino de 11 anos
'Todos são suspeitos, inclusive eu', diz pai antes de prestar depoimento em caso de suspeita de envenenamento de menino de 11 anos (Foto: Reprodução)

Polícia começa a ouvir depoimentos sobre suspeita de envenenamento de menino de 11 anos A Polícia Civil começou a ouvir, nesta terça-feira (9), testemunhas e familiares no inquérito que apura a suspeita de envenenamento de um menino de 11 anos na Baixada Fluminense. Segundo parentes, o menino passou mal após comer um bolo que estaria contaminado. O pai da criança, Ademir de Mello, foi intimado e prestou depoimento na manhã desta terça na 64ª DP (São João de Meriti). Segundo Ademir, o estado de saúde do menino ainda inspira cuidados, embora tenha havido uma redução no inchaço cerebral. O pai também cobrou uma apuração rigorosa do caso e ressaltou que não pretende apontar culpados antes da conclusão das investigações. “Deixar claro também, eu não estou acusando ninguém, mas quero deixar registrado: tudo e todos são suspeitos, inclusive eu como pai.” Ademir de Mello, pai do menino de 11 anos internado por suspeita de envenenamento, chega na 64ªDP para prestar depoimento Henrique Coelho / g1 A ocorrência foi registrada pelo pai da criança, que suspeita que o filho tenha ingerido chumbinho, substância comercializada ilegalmente como raticida. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça "Peço a Deus a melhoria do meu filho. Até agora, ninguém foi ouvido, só hoje (segunda-feira) que entraram em contato comigo", afirmou o pai do menino. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, Arthur está internado em estado grave no Hospital Estadual Ricardo Cruz, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A mãe de Arthur, Lidiane da Silva, esteve com o filho no hospital desde terça-feira passada (2). "A cura do meu filho é a justiça", disse a mãe. Cartaz da família pedindo justiça para o caso de Arthur Reprodução/Arquivo Pessoal O que diz a polícia Em nota, a Polícia Civil informou que aguarda a conclusão dos laudos médicos, toxicológicos e periciais para esclarecer as circunstâncias do caso. Segundo a corporação, nenhuma linha de investigação foi descartada até o momento. Testemunhas serão ouvidas pela delegacia.